
A situação na Flórida é muito pior do que a mídia está relatando, aliás quase não se fala mais do pior desastre ambiental do planeta, essa tragédia pode resultar em mudanças geológicas, já se cogita a idéia de uma possível evacuação em massa na Florida, já que o petróleo contém substâncias tóxicas que contaminam tudo ao redor. Mas o problema não fica só na Florida (o que já é triste e desastroso), mas as estimativas são de que se o vazamento continuar em 18 meses grande parte do oceano pode estar contaminado.
Foi estimado, por peritos, que a pressão a qual o petróleo é jogado nas águas do Golfo é entre 20.000 e 70.000 PSI (libras por polegada). Impossível de ser contido.
A estimada super alta pressão liberando o petróleo embaixo da crosta terrestre está entre 80.000 e 100.000 barris por dia.
O fluxo de petróleo e gases tóxicos está trazendo junto areia e cascalho o que causa o fluxo a criar um efeito de jato de areia no que resta da cabeça do poço que atualmente de alguma forma restringe o fluxo, como também o buraco da perfuração.
Como a cabeça do poço se torna cada vez mais desgastada a passagem aumenta permitindo um fluxo ainda maior de petróleo. Mesmo que algum aparelho fosse colocado sobre a cabeça do poço existente, isso não tamparia e pararia o fluxo, porque o que ainda sobrou da cabeça do poço não conteria a pressão do fluxo.
A espessura original da cabeça do poço é de 5 cm. E agora deve estar menor que 2,5 cm e ficando a cada momento mais fina. O petróleo agora alcançou a corrente do Golfo e está entrando na corrente Oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte do que a do Golfo.
(extraído e adaptado do site realidade oculta)
O desastre aconteceu em 22 de abril de 2010.
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